Cantor falou publicamente sobre a relação com o pai e levantou dúvidas sobre a possibilidade de um filho ser excluído da herança no Brasil
A declaração repercutiu nas redes sociais e levantou uma questão: afinal, pela legislação brasileira, um pai pode simplesmente decidir retirar um filho de sua herança?
Apesar da fala de Fiuk, até o momento não há confirmação pública de que Fábio Jr. tenha formalizado juridicamente a deserdação do filho. Portanto, a informação deve ser tratada como uma declaração feita pelo próprio Fiuk, e não como uma situação jurídica já comprovada.
Fiuk fala sobre relação com o pai
Durante a entrevista, Fiuk comentou sobre o momento que atravessa na vida pessoal e financeira e abordou também questões familiares. Em determinado momento da conversa, afirmou que o pai já o teria deserdado.
A declaração rapidamente ganhou repercussão, principalmente por envolver uma das famílias mais conhecidas do meio artístico brasileiro.
Fiuk é um dos filhos de Fábio Jr., que também é pai de Cleo, Krizia Galvão, Tainá Galvão e Záion Galvão.
É possível deserdar um filho no Brasil?
A situação é mais complexa do que simplesmente escrever em um testamento que determinado filho não receberá nada.
Pela legislação brasileira, os descendentes são considerados herdeiros necessários. Isso significa que existe uma parcela do patrimônio, chamada de legítima, que deve ser destinada aos herdeiros necessários.
A exclusão de um filho da herança somente pode ocorrer em situações específicas previstas pela legislação. A deserdação precisa ser fundamentada em uma das causas admitidas legalmente e formalizada de acordo com os requisitos previstos no Código Civil.
Dessa forma, desentendimentos familiares ou o simples desejo do pai ou da mãe de não deixar patrimônio para determinado filho, por si só, não significam necessariamente que ele poderá ser retirado integralmente da sucessão.
Declaração não significa deserdação confirmada
No caso envolvendo Fiuk e Fábio Jr., é importante fazer essa distinção.
Embora Fiuk tenha afirmado publicamente que foi deserdado, não há confirmação pública de um processo ou testamento que demonstre que Fábio Jr. tenha efetivamente excluído o filho de sua futura herança dentro das condições exigidas pela legislação brasileira.
Por enquanto, portanto, o episódio representa uma declaração de Fiuk sobre sua relação familiar. Uma eventual validade jurídica da deserdação dependeria das circunstâncias, da documentação existente e do cumprimento dos requisitos estabelecidos pela lei.
A declaração, no entanto, voltou a colocar a relação entre pai e filho nos holofotes e despertou curiosidade sobre um assunto que costuma gerar muitas dúvidas: os limites impostos pela legislação brasileira na hora de definir quem terá direito a uma herança.
O Grupo Clareou publicou, nesta terça-feira (8/7), uma nota de repúdio contra Ivete Sangalo por ter chamado sua nova turnê de “Ivete Clareou”. Os sambistas do Rio de Janeiro acham que esse nome pode confundir os fãs e tentaram conversar com a cantora para resolver a situação, mas não tiveram sucesso e disseram que vão levar o caso adiante.
Na nota, feita pelas assessorias de imprensa e jurídica, o grupo explicou que não autorizou nem foi consultado sobre o uso do nome. Segundo eles, a marca “Clareou” está registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) desde 2010, garantindo exclusividade para uso na música e no entretenimento.
“O grupo tentou resolver a questão de forma amigável, buscando o diálogo com a equipe de Ivete Sangalo”, diz o texto, mas o acordo não aconteceu. Além disso, a equipe da cantora teria tentado registrar as marcas “Clareou” e “Ivete Clareou” na mesma categoria, o que, segundo o grupo, “é uma clara violação de direitos”.
O Clareou demonstrou indignação e disse que a atitude foi um desrespeito à história do grupo e de outros projetos musicais com nomes parecidos. “Essa conduta, além de ser concorrência desleal, mostra desprezo pela trajetória do grupo, que conquistou seu espaço de forma legítima no samba nacional”, afirma a nota.
Por fim, o grupo informou que está tomando todas as medidas necessárias, tanto na área administrativa quanto na Justiça, para proteger seus direitos e a marca.
Ivete Sangalo anunciou a turnê “Ivete Clareou” em junho, e as vendas dos shows em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre começaram nesta terça-feira (8/7).
Na última terça-feira (13), a influenciadora Virgínia Fonseca, de 26 anos, prestou depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas Esportivas, também conhecida como “CPI das Bets”, no Senado Federal. Sua participação gerou intensa repercussão nas redes sociais, especialmente por sua postura e declarações durante a sessão. Entre as muitas reações, uma das mais polêmicas veio da atriz Luana Piovani, de 48 anos.
Em seu perfil no Instagram, Luana fez duras críticas à influenciadora, não apenas questionando sua conduta no Senado, mas também condenando a forma como ela se apresenta ao público e associa sua imagem a discursos religiosos. “Eu fico com tanto ódio quando nos tratam como otários. Essa excomungada falando de Deus? Que o karma da desgraça que ela vende inunde a vida dela”, escreveu a atriz em tom contundente. Em outra publicação, ela reforçou sua crítica à cultura de celebridades: “Parem de fazer cruéis famosos”.
A resposta às declarações de Piovani veio rapidamente por parte de Zé Felipe, de 27 anos, cantor sertanejo e marido de Virgínia. Usando também as redes sociais, ele saiu em defesa da esposa e não poupou palavras ao criticar a atriz. “Acordei, já com a notícia desse matusalém querendo biscoitar. Oh Luana Piovani, vai tomar no seu c*, pelo amor de Jesus Cristo, filha”, disparou ele.
O embate entre os dois artistas gerou ainda mais movimentação nas redes, com internautas tomando partido, repercutindo os comentários e debatendo sobre os limites das críticas públicas, o papel das figuras públicas em questões sociais e a forma como influenciadores lidam com sua responsabilidade diante de grandes audiências.
O caso evidenciou a tensão entre diferentes gerações e perfis de celebridades brasileiras — de um lado, influenciadores digitais como Virgínia, que possuem grande alcance entre o público jovem, e do outro, artistas como Piovani, que costumam adotar uma postura mais crítica e politizada em relação à atuação desses novos ícones da internet.