Celebrado em 12 de junho, o Dia dos Namorados é uma das datas mais importantes para o comércio brasileiro. Mas, ao contrário do que muita gente imagina, sua origem está mais ligada às vendas do que ao romantismo.
A data foi criada em 1948 como parte de uma campanha publicitária para aquecer o comércio em junho, um período considerado fraco para as vendas. A iniciativa partiu do publicitário João Doria, contratado por uma rede de lojas de departamentos de São Paulo para criar uma ação capaz de estimular o consumo entre o Dia das Mães e o Dia dos Pais.
A estratégia deu certo. Inspirada no Valentine’s Day, comemorado em diversos países em fevereiro, a campanha brasileira incentivava os casais a trocar presentes e celebrar o amor. Em pouco tempo, a ideia se espalhou pelo país e se transformou em tradição nacional.
A escolha do dia 12 de junho também não foi por acaso. A data antecede o Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho e conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”. A ligação ajudou a fortalecer o apelo da comemoração entre os brasileiros.
Hoje, o Dia dos Namorados está entre as principais datas do calendário comercial do país, movimentando bilhões de reais em presentes, jantares, viagens e experiências românticas. Além do impacto econômico, a celebração se consolidou como um momento para demonstrar carinho, afeto e companheirismo.
Seja com flores, chocolates, mensagens ou simplesmente com a presença de quem se ama, o Dia dos Namorados continua mostrando que, mesmo tendo nascido de uma campanha de marketing, conquistou um espaço especial no coração dos brasileiros.
Um dos grandes sucessos da internet nos anos 2000, o Orkut, está se preparando para voltar em 2025 com um novo formato. A ideia é ir além de um simples relançamento, priorizando a autenticidade e a privacidade, sem depender dos algoritmos que hoje dominam as redes sociais.
No evento Rio Innovation Week, o criador turco, Orkut Büyükkökten, contou que quer criar uma rede mais saudável, voltada para conexões de verdade e longe dos “algoritmos tóxicos”. Segundo ele, a ideia é conquistar novamente quem sente falta de um espaço mais “humano”, sem tanta busca por curtidas e anúncios.
O novo Orkut vai resgatar as famosas comunidades, os scraps, os depoimentos e aquele clima de amizade que fazia as pessoas ficarem horas na plataforma. Além disso, vai ter recursos modernos, como inteligência artificial e novos algoritmos, mas sempre mantendo o foco na experiência do usuário.
O desafio é trazer de volta esse espírito de convivência online, com melhorias que agradem ao público de hoje. Ainda não foi divulgada uma data oficial de lançamento, mas a internet já está animada e cheia de gente relembrando a época das comunidades.
Nesta quinta-feira (1º de maio), Liz Santana, filha de 3 anos dos artistas Lore Improta e Léo Santana, surpreendeu a mãe ao demonstrar desejo por uma irmãzinha. Durante uma brincadeira com um balão, a menina colocou o objeto na barriga da mãe e afirmou que ela estava grávida, o que divertiu e surpreendeu Lore.
A dançarina compartilhou o momento em seus Stories, mostrando a interação carinhosa e espontânea da filha. Ao ser questionada se queria um irmão ou irmã, Liz respondeu prontamente que queria uma menininha chamada “Lili”. Liz é filha única e nasceu em setembro de 2021; seus pais estão juntos desde 2017 e oficializaram o casamento em 2021.
Será que o Henrique, da dupla com Juliano, é o Wando da nova geração? Ele recebeu mais uma vez, durante um show, uma calcinha de uma fã nos palcos. Henrique achou engraçado e continuou cantando com a calcinha na mão, levando as fãs à loucura.
A situação é muito parecida com o que o cantor Wando viveu durante a década de 80. Ele ficou conhecido como o “rei das calcinhas” e, através da música brega, acumulou mais de 17 mil peças.
Eram calcinhas de cores, tecidos e tamanhos variados. Inclusive a filha de Wando era a responsável por cuidar das calcinhas:
“Algumas tiravam a calcinha e jogavam ali mesmo, outras eram mais elaboradas, compravam, botavam perfume francês e lançavam. Temos calcinhas importadas de Paris, com etiqueta! Eu que sempre lavei as calcinhas. Ele me ligava, eu já sabia”, contou a filha dele durante uma entrevista.
“O meu pai adorava as de estilo shortinho. E a calcinha amarela, ele sempre falava que foi a primeira que ele viu, aos sete anos. Uma professora cruzou as pernas e ele conseguiu ver a calcinha. Tinha fãs que viajavam e traziam as calcinhas de fora”, disse ela.