Juju Salimeni abriu uma caixinha de perguntas em suas redes sociais e esclareceu se aceitaria um convite para participar do Big Brother Brasil. A empresária e influenciadora explicou que não se imagina no reality show e revelou o motivo.
Durante a interação, um seguidor questionou se ela toparia entrar no programa. O nome de Juju é frequentemente mencionado pelos fãs, principalmente depois da participação de Gracyanne Barbosa na atração. Contudo, Juju deixou claro que não tem intenção de aceitar o convite.
“Gente, eu não iria, sabe por quê? Eu seria muito planta. Seria a planta da casa. Eu só ia dormir. Não tenho paciência com as pessoas. Elas iam chegar com seus dramas, querendo brigar, e eu ia falar: ‘tá bom, deixa’. Não tenho paciência. Eu ia simplesmente ignorar”, contou.
Além da falta de paciência para discussões, Juju explicou que sua rotina seria um grande obstáculo. “Eu sou muito tranquila com a minha paz. Ninguém tira minha paz. E aí eu não faria nenhuma diferença no jogo. Não teria graça. Eu não ligo. Fico na minha”, completou.
Ela também destacou que não conseguiria seguir seu estilo de vida dentro do confinamento. “Eu não ia poder treinar e fazer a minha dieta. Então, não faz sentido. Gosto da minha rotina. Não tenho paciência”, concluiu.
Os cantores sertanejos estão liderando os cachês mais caros do Brasil em 2025. Em primeiro lugar, temos o Embaixador Gusttavo Lima, com a quantia de R$ 1,2 milhão de reais por show.
Em segundo, vem a boiadeira Ana Castela, cobrando cerca de R$ 1,1 milhão de reais. O mesmo cachê é cobrado também pela dupla Bruno & Marrone, que acumula 38 anos de carreira.
Confira a lista:
Entretanto, vale lembrar que o valor recebido pelos artistas serve para pagar os funcionários das bandas e cobrem todos os custos das apresentações, como efeitos especiais, passagens, alimentação e hospedagem em hotel.
A Confederação Sul-Americana de Futebol, a Conmebol, criou uma força-tarefa permanente para combater o racismo no futebol sul-americano. O Ronaldo Nazário, famoso por ser o Ronaldo Fenômeno, foi escolhido para coordenar um grupo que visa desenvolver políticas de prevenção e sanção contra a discriminação.
Entre as propostas estão a criação de uma lista de pessoas proibidas de frequentar estádios e programas educativos para torcedores, árbitros e clubes.
No mesmo dia em que Ronaldo foi nomeado como líder, os envolvidos também falaram sobre punições, como a perda de pontos para clubes envolvidos em episódios racistas, mas houve resistência a essa ideia.
O caso de um jogador brasileiro vítima de racismo na Libertadores sub-20 foi um dos fatores que impulsionou a criação da força-tarefa. A medida visa promover inclusão e justiça no futebol.
Será que o Henrique, da dupla com Juliano, é o Wando da nova geração? Ele recebeu mais uma vez, durante um show, uma calcinha de uma fã nos palcos. Henrique achou engraçado e continuou cantando com a calcinha na mão, levando as fãs à loucura.
A situação é muito parecida com o que o cantor Wando viveu durante a década de 80. Ele ficou conhecido como o “rei das calcinhas” e, através da música brega, acumulou mais de 17 mil peças.
Eram calcinhas de cores, tecidos e tamanhos variados. Inclusive a filha de Wando era a responsável por cuidar das calcinhas:
“Algumas tiravam a calcinha e jogavam ali mesmo, outras eram mais elaboradas, compravam, botavam perfume francês e lançavam. Temos calcinhas importadas de Paris, com etiqueta! Eu que sempre lavei as calcinhas. Ele me ligava, eu já sabia”, contou a filha dele durante uma entrevista.
“O meu pai adorava as de estilo shortinho. E a calcinha amarela, ele sempre falava que foi a primeira que ele viu, aos sete anos. Uma professora cruzou as pernas e ele conseguiu ver a calcinha. Tinha fãs que viajavam e traziam as calcinhas de fora”, disse ela.